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SandraGamarra

Resumo

Trabalha com apropriações a partir de catálogos. Os títulos de seus trabalhos, inclusive, geralmente são o número da página! Criou o Museo de Arte Contemporâneo de Lima, um “museu imaginário” e não apenas virtual. Seria interessante, inclusive discutir imaginário x virtual outra hora.

Sandra Gamarra Heshiki

Lima, Perú, 1972. Vive e trabalha em Madrid, Espanha.

Educação

2003: Doutorado. Facultad de Arte de Cuenca. Espanha.

1990-1997: Pontificia Universidad Católica del Perú. Facultad de Arte. Bacharel em arte, Pintura.

Exposições Individuais

2006: Aquisições Brasileiras, Galeria Leme, São Paulo, Brasil. Nuevas Adquisiciones, Galería Lucía de la Puente, Lima, Perú.

2004: Recent Works, Galería Juana de Aizpuru, Madrid, Espanha.

2003: Visita Guiada , Casa de América, Madrid, Espanha. Curso por correspondencia, Galería Wu Ediciones, Lima, Peru.

2002: Souvenir, Galería Wu Ediciones, Lima. Peru.

2001: Living Room , Sala Luis Miró Quesada Garland,Lima, Peru.

2000: Obras Recientes Galería Wu Ediciones, Lima, Peru. Kitchen , Centro Cultural Ricardo Palma, Lima, Peru. (Bipersonal con Iván Esquivel).

1999: La casa: espacios internos, Galería Obsidiana, Lima, Peru. (Bipersonal con Rocío Gómez).

1998: Inventario, Galeria Praxis, Lima, Peru.

Artigos

Emails

 Assunto: Catálogos
 De: Hélio Nunes
 Para: Sandra Gamarra
 Data: 09-01-2007 20:20:35

Olá Sandra,

estive viajando e não pude responder seu email prontamente. E pior, houve aqui um qüiproquó :) – uma confusão – e acabei perdendo sua resposta. Fiquei muito feliz com a oportunidade de conversarmos. Você falava sobre a publicação de um catálogo?

O Li-Mac parece ter muita relação com a proposta do museumuseu (www.museumuseu.art.br) da Mabe Bethônico, com quem trabalhei recentemente. Ele me pareceu, inclusive, um projeto mais sedimentado: me impressionou o caráter “institucional” da página web, que cria uma dúvida imensa no visitante: “Afinal, o Li-Mac tem uma existência física, uma morada?” – é o que se pergunta quem assiste apenas os primeiros segundos do vídeo de abertura. Mesmo depois de revelada a questão, ainda sobra uma forte sensação de que há uma casa. Só quando realmente vemos o museu dentro de outro museu é que as coisas se resolvem, sem entretanto deixar de inquietar.

Foi esse tipo de desconforto o que me levou a participar do museumuseu e, daí, ao catálogo hoje. No âmbito do colecionismo e da apropriação, a idéia de intussuscepção – tomando emprestado o termo à biologia – me agrada muito: museu dentro do museu e catálogos dentro de um catálogo… Essa é a forma como os seres vivos crescem. Por isso, gostaria muito de ter contato com um catálogo do Li-Mac!

Gostaria, também, se possível, de realizar futuramente uma “entrevista” com você por email. Sei que incomoda ficar respondendo sempre às mesmas perguntas – espero ser um pouco mais criativo, entretanto. Será muito produtivo para minha pesquisa.

Agradeço muito sua atenção e aguardo a resposta.

Abraços.


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