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CasalBecher

Leituras

COOKE, Lynne. Bernd and Hilla Becher. Dia Center. Disponível em: < http://www.diacenter.org/exhibs_b/becher >. Acesso em: junho de 2004.

“Differences and similarities among related motifs consquently appears as variations on an ideal form, given that the structures are family members from the same species”.

DEMEESTER, Ann. Bernd and Hilla Becher: Industrial structures: Stedelijk Museum. Modern Painters, v. 15, n. 4, p. 148, winter 2002.

GALLOWAY, David. Bernd and Hilla Becher, Cologne, Kunstverein. ArtNews, v. 90, n. 1, p. 173, jan 1991.

HERMES, Manfred. Repetition, disguises, documents: How photography has pervaded two decades of contemporary german art. FlashArt, n. 148, p. 96-101, oct 1989.

KUSPIT, Donald. Bernd and Hilla Becher, Dia Art Foundation, Sonnabend Gallery. Art Forum, v. 28, n. 8, apr 1990.

“At the same time, they show – perhaps without realizing it – how plainnes is self-defeating, comes apart at the seams, as it were, and becomes bizarre”.

KYRACOU, Sotiris. Thomas demand/Gerwald Rockenschaub: Victoria Miro Gallery, Bernd & Hilla Becher: II Duke Street; Erwin Wurm: the Photographer’s Gallery. Art Monthly, n. 243, p. 29­31, feb 2001.

TRELCAT, Sophie. Bernd et Hilla Becher: l’usine épinglée. Art Press, n. 305, p. 50-5, 2004.

“And so the have continued, methodically recording for posterity an industrial heritage doomed to destruction”. p.51

“… they center reportage on industrial buildings in such a way as to reveal their inhuman.” p. 53

ZIEGLER, Ulf Erdmann; HERD, Michael [trad]. The Bechers’ industrial lexicon. Art in America, jun 2002. Disponível em: < http://www.findarticles.com/p/articles/mi_m1248/is_6_90/ai_87022990 >. Acesso em: maio de 2005. [Consta no sistema WinSPIRS 2.1 como publicado no v.90, n.6, June, 2002. p.92-101, 140-3 da revista impressa].

ZORPETTE, Glenn. Dynamic duos. ArtNews, v. 93, n. 6, p. 164-9, summer 1994.

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(a)rtigo, (b)iografia, (e)ntrevista, e(x)posição

Anotações antigas...

Alunos

“E com sua classe de fotografia na Academia de Artes de Düsseldorf, eles formaram artistas, cujos trabalhos são considerados clássicos hoje em dia. Os mais famosos alunos da Escola Becher, e o trio de mais sucesso da história alemã da fotografia, são Thomas Struth, Thomas Ruff e Andreas Gursky, chamados abreviadamente de ‘Struffsky’. Struth é o pioneiro da estética de fotografias a cores de grande formato. Suas fotos estão muito próximas da pintura: elas não são determinadas pelo momento, mas apenas pelo objeto. Ruff sempre faz novas e diferentes series de fotos, fazendo assim da sua mídia o próprio objeto das suas pesquisas fotográficas. O interesse de Gursky está sobretudo no fenômeno da cultura de massa: com distância objetiva, ele fotografa bolsas, parlamentos, concertos de música pop e lojas.

Entre os alunos de Becher, Candida Höfer se preocupa com interiores, Thomas Demand e Simone Nieweg – agora já representantes da segunda e terceira gerações – colocam, além disso, a cor em primeiro plano e uma apresentação de museu como quadro, na maioria em formato de mais de dois metros. Com esta ação artística, a fotografia assegurou definitivamente seu lugar no museu. Hoje não se fala mais da classificação de ‘pintor’ ou ‘fotógrafo’.”

Janet Schayan. A nova visão das coisas. Deutschland Online. Março, 2005. Disponívem em: < http://www.magazin-deutschland.de/issue/Struffsky_2-05_POR_P.php >. Acesso em: junho de 2005.


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