Lançamento do catálogo Neovanguardas do MAP. Pouca gente gostou das palestras de Frederico Morais e de Márcio Sampaio. “– Ficaram só contando estorinhas”, disseram. Mas eu gostei muito! Não eram estórias, mas história. Acho que o papel deles era esse mesmo, resgatar um passado – no mínimo – brilhante da arte brasileira. Havia muita coisa para anotar, mas acabei não tomando nota de quase nada, absorto que estava. Um punctum dolens foi:
(Parêntesis: No workshop MAPCríticaContexto, foi muito discutida a relação entre crítica independente e institucional. Nele escrevi uma pequena resenha sobre o imperativo “ir para fora do museu” naquela época e hoje, lidando com essa relação segundo o que penso ser uma espécie de esquizofrenia. Se o texto não for publicado na revista A-Desk, publicarei aqui.)
Depois fui tomar uma cerveja com o Ariel. Discutindo sobre a palestra do Márcio Sampaio, que repetiu inúmeras vezes a palavra “sacada”, concluímos:
Piadas a parte, vale mencionar que o catálogo é talvez o melhor já lançado pelo Museu: