No bar: “Ela me mostrou o álbum do casamento em Alvinópolis… Fiquei com dó. Nossa! O fotógrafo… Pois é, o idiota não prestou atenção: saíam orelhas, rabo de burro. A noiva com orelhas burro! Olha só, que dó. O cara não viu que atrás tinha um quadro: um cavalo.”
No livro: “Ele [Baudelaire] chamou, a esse excesso de pose, nume (que é gesto silencioso dos deuses pronunciando o destino humano). O nume é a histeria coagulada, eternizada, aprisionada, pois enfim a temos imóvel, encadeada sob um longo olhar.” (RB por RB, p. 151)
As pinturas também posam: