Assisti à mesa-redonda Acervo Espelhado: Histórias da Coleção no Museu de Arte da Pampulha, com a Mabe, a Piti, Marília Andrés e Paulo Schmidt. Cada um discutiu sobre a obra que escolheu (como artista-curador) para a exposição.
| artista-curador | artista escolhido |
| Marília Andrés | Iole de Freitas |
| Mabe | Frederico Morais |
| Piti | Amadeu Lorenzato |
| Paulo Schmidt | Winston Churchill |
Marília Andrés ressaltou o papel da exposição Território Vazado, realizada no MAP em 1999, para o desenvolvimento dos trabalhos site-especific de Iole. Sua escolha, ao que parece, foi bastante influenciada pela linha curatorial do Museu nestes últimos anos.
A Mabe, justificando sua escolha pelo audio-visual de Frederico Morais sobre os trabalhos de Artur Barrio, descreveu como se propôs a fazer uma espécie de negociação forçada com o crítico-artista, constrangendo-o a se posicionar e a participar da atualização (do virtual para o real) de sua obra. No relato sobre essa negociação, lançou diversas questões sobre a coleção do Museu, sobre a ausência de um catálogo ilustrado, sobre o desconhecimento do acervo por parte dos próprios artistas, sobre a conservação…
A Piti levantou questões muito relevantes sobre os projetos político-culturais por trás do modernismo brasileiro (incluindo ai o Conjunto Arquitetônico da Pampulha) e justificou sua escolha por Lorenzato como contraponto que nos permite “lembrar das cidades ocultas que sobrevivem e perduram nas bordas de nossa orgulhosa modernidade”.
Sobre Paulo Schmidt falo mais tarde, se der.
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