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Depois de Fernando Bryce, 2008-2010, acontecimento fotografia digital (instalação Visión de La Pintura Occidental, 28ª Bienal de São Paulo). |
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Theatrum Picturatum, 2009-2010, acontecimento cogumelo sobre “Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para tapar um buraco na mesa onde tomo café da manhã e leio os jornais do dia com uma imagem temática, 2008, acrílica sobre madeira, 15x21cm (colada com silicone; a mesa e os outros objetos, claro, não são pintura)”. |
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Etiqueta: “o que poderia ter sido e não foi”, 2009, acontecimento maço de cigarros, etiqueta de endereço e leitura de “Proust e a fotografia” (Brassaï). |
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Another Automatic Shot Project / Mar, 20 to May, 22, 2009, 2009, vídeo no youtube, 2'40’’. Criado usando fotografias tiradas automaticamente, a cada 10 minutos, usando crond, pela webcam do laptop. |
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Ainda dá para brincar de Malraux em 2008?, 2008, acontecimento fotografia digital. |
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(Para que serve a pintura?) Para fazer cartões de aniversário, 2008, aquarela e nanquim sobre papel, 29,7x21cm. |
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À espera do Natal do Lixeiro, 2008, acontecimento fotografia digital. (Os vinhos foram no mesmo dia.) |
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(Para que serve a pintura?) Para plantar feijões que não nascem, 2008, aquarela, algodão e feijões pretos em potinhos bonitinhos, 3,6cm Φ cada um. |
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(Para que serve a pintura?) Para tornar não-reutilizáveis materiais reutilizáveis, 2008, óleo sobre papelão, 117x54cm e 63x46cm. |
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(Para que serve a pintura?) Para tapar um buraco na mesa onde tomo café da manhã e leio os jornais do dia com uma imagem temática, 2008, acrílica sobre madeira, 15x21cm (colada com silicone; a mesa e os outros objetos, claro, não são pintura). |
Resumo e pdf da dissertação de mestrado em artes defendida na Escola de Belas Artes da UFMG em 2009. Indicada para publicação.
A partir do estudo de catálogos de exposição evidentemente institucionais segundo as relações que produzem dentro da biblioteca, introduz o conceito/provocação pintura para catálogos e verifica sua possibilidade retomando a discussão da arte como fotografia, negligenciada em seu surto mais universal. [...]
catálogo de exposição, pintura, fotografia, museu, arquivo, museu imaginário
Publicado em 200912.
Texto para exposição “Na impossibilidade de nomear as coisas do mundo” de Paulo Nazareth
Quem convive com o Paulo acaba associando seus trabalhos ao seu embornal, às caixas, caixotes e latas, ao carrinho de malas. Nunca se sabe o que tem ali: algo que coletou, um arame enrolado, uma gaiola velha, um computador que vive caindo, talvez o panfleto que esperamos. A impressão é de que ele está sempre andando, sempre um viajante [...]
Paulo Nazareth, alteridade, ressignificações, deslocamentos, crítica institucional
Publicado em 200911.
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Sou Hélio Nunes (Hélio Alvarenga Nunes), 1974, artista-pesquisador, nasci, fui criado, vivo e trabalho em Belo Horizonte, Minas Gerais. Lido principalmente com pintura, arte digital e apropriações. Escrevo muito, abordando principalmente o novo estatuto da imagem na arte contemporânea e a crítica institucional. Minha última pesquisa teve como mote os catálogos de exposição, abordando dentre outros temas museus, museu imaginário, arquivo e poder. Minha nova pesquisa, de doutorado, pretende abordar o quiasma museu/espaço/visibilidade/expectativa/espectador através do que chamo fotografia do museu, uma nova lente para verificar o postulado do museu como pan-óptico.
Dedalu e DedaluBR são os apelidos que uso em listas, fóruns, jogos etc.
Doutorando em Artes na Escola de Belas Artes (EBA) da UFMG. Mestre em Artes pela EBA-UFMG, bolsa FAPEMIG, com a dissertação Pintura para catálogos: notas sobre o arquivamento da arte, defendida e indicada para publicação em 2009. Graduado também pela EBA-UFMG, habilitação em pintura, em 2005.
Integra o grupo de estudos e pesquisa Estratégias da arte numa era das catástrofes, liderado pela Profª Drª Maria Angélica Melendi de Biasizzo.
No 2º semestre de 2009, foi professor substituto, com bolsa REUNI, das disciplinas Artes Visuais II e Artes Visuais no Brasil II, ambas do curso de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis, EBA-UFMG.
Em 2005, foi bolsista de iniciação científica no projeto Memória, mimese, amnésia: criação museológica virtual sob coordenação da Profª Drª Mabe Machado Bethônico, participando da elaboração de diversos aspectos do projeto museumuseu relacionado. O trabalho resultante, Criação de coleções, inventários e “tatogartas”, foi selecionado como um dos melhores na área de Lingüística, Letras e Artes na XIV Semana de Iniciação Científica da UFMG.
Foi monitor da disciplina Técnicas e Materiais Pictóricos em 2003.
Ver também: Currículo Lattes.
Não sou muito afeito a exposições e, para piorar, geralmente não sou aprovado em salões. :)
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De wanderley g. freitas, internet, em 22/03/2010
Amigo estou tentando configurar WIKINDX mais dar varios erros. Voce tem rotina para envia-me e tradução para portugues.
Abraços
Wanderley G. Freitas - mestrando em transporte - UNB/2010
De helio figueiredo, boituva sp, em 29/09/2009
Parabens pela citação da fonte onde tirou as informações sobre
têmpera. Hoje em dia isto é muito raro.
gostei de ocê uai
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