Arte contemporânea, crítica e teoria de arte. Diário de bordo, trabalhos e artigos de Hélio Nunes.

Leia no Diário: Isso só pode ser arte, mas não é. | Exposição Alan Fontes | Novo site da Casa de História. | Os poetas têm que se armar | Porque desisti da pintura. | Inté Saramago | VideoCasts para se manter atualizado sobre o mundo da arte

trabalhos

Ver trabalho 108 Depois de Fernando Bryce, 2008-2010, acontecimento fotografia digital (instalação Visión de La Pintura Occidental, 28ª Bienal de São Paulo).
Ver trabalho 107 Theatrum Picturatum, 2009-2010, acontecimento cogumelo sobre “Hélio Nunes, (Para que serve a pintura?) Para tapar um buraco na mesa onde tomo café da manhã e leio os jornais do dia com uma imagem temática, 2008, acrílica sobre madeira, 15x21cm (colada com silicone; a mesa e os outros objetos, claro, não são pintura)”.
Ver trabalho 106 Etiqueta: “o que poderia ter sido e não foi”, 2009, acontecimento maço de cigarros, etiqueta de endereço e leitura de “Proust e a fotografia” (Brassaï).
Ver trabalho 105 Another Automatic Shot Project / Mar, 20 to May, 22, 2009, 2009, vídeo no youtube, 2'40’’. Criado usando fotografias tiradas automaticamente, a cada 10 minutos, usando crond, pela webcam do laptop.
Ver trabalho 104 Ainda dá para brincar de Malraux em 2008?, 2008, acontecimento fotografia digital.
Ver trabalho 103 (Para que serve a pintura?) Para fazer cartões de aniversário, 2008, aquarela e nanquim sobre papel, 29,7x21cm.
Ver trabalho 102 À espera do Natal do Lixeiro, 2008, acontecimento fotografia digital. (Os vinhos foram no mesmo dia.)
Ver trabalho 101 (Para que serve a pintura?) Para plantar feijões que não nascem, 2008, aquarela, algodão e feijões pretos em potinhos bonitinhos, 3,6cm Φ cada um.
Ver trabalho 100 (Para que serve a pintura?) Para tornar não-reutilizáveis materiais reutilizáveis, 2008, óleo sobre papelão, 117x54cm e 63x46cm.
Ver trabalho 99 (Para que serve a pintura?) Para tapar um buraco na mesa onde tomo café da manhã e leio os jornais do dia com uma imagem temática, 2008, acrílica sobre madeira, 15x21cm (colada com silicone; a mesa e os outros objetos, claro, não são pintura).
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artigos

Pintura para catálogos: notas sobre o arquivamento da arte

Resumo e pdf da dissertação de mestrado em artes defendida na Escola de Belas Artes da UFMG em 2009. Indicada para publicação.

A partir do estudo de catálogos de exposição evidentemente institucionais segundo as relações que produzem dentro da biblioteca, introduz o conceito/provocação pintura para catálogos e verifica sua possibilidade retomando a discussão da arte como fotografia, negligenciada em seu surto mais universal. [...]

catálogo de exposição, pintura, fotografia, museu, arquivo, museu imaginário

Publicado em 200912.

Sem essa de “outro”, Paulo Nazareth é nós

Texto para exposição “Na impossibilidade de nomear as coisas do mundo” de Paulo Nazareth

Quem convive com o Paulo acaba associando seus trabalhos ao seu embornal, às caixas, caixotes e latas, ao carrinho de malas. Nunca se sabe o que tem ali: algo que coletou, um arame enrolado, uma gaiola velha, um computador que vive caindo, talvez o panfleto que esperamos. A impressão é de que ele está sempre andando, sempre um viajante [...]

Paulo Nazareth, alteridade, ressignificações, deslocamentos, crítica institucional

Publicado em 200911.

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informações

Sou Hélio Nunes (Hélio Alvarenga Nunes), 1974, artista-pesquisador, nasci, fui criado, vivo e trabalho em Belo Horizonte, Minas Gerais. Lido principalmente com pintura, arte digital e apropriações. Escrevo muito, abordando principalmente o novo estatuto da imagem na arte contemporânea e a crítica institucional. Minha última pesquisa teve como mote os catálogos de exposição, abordando dentre outros temas museus, museu imaginário, arquivo e poder. Minha nova pesquisa, de doutorado, pretende abordar o quiasma museu/espaço/visibilidade/expectativa/espectador através do que chamo fotografia do museu, uma nova lente para verificar o postulado do museu como pan-óptico.

Dedalu e DedaluBR são os apelidos que uso em listas, fóruns, jogos etc.

Resumo acadêmico

Doutorando em Artes na Escola de Belas Artes (EBA) da UFMG. Mestre em Artes pela EBA-UFMG, bolsa FAPEMIG, com a dissertação Pintura para catálogos: notas sobre o arquivamento da arte, defendida e indicada para publicação em 2009. Graduado também pela EBA-UFMG, habilitação em pintura, em 2005.

Integra o grupo de estudos e pesquisa Estratégias da arte numa era das catástrofes, liderado pela Profª Drª Maria Angélica Melendi de Biasizzo.

No 2º semestre de 2009, foi professor substituto, com bolsa REUNI, das disciplinas Artes Visuais II e Artes Visuais no Brasil II, ambas do curso de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis, EBA-UFMG.

Em 2005, foi bolsista de iniciação científica no projeto Memória, mimese, amnésia: criação museológica virtual sob coordenação da Profª Drª Mabe Machado Bethônico, participando da elaboração de diversos aspectos do projeto museumuseu relacionado. O trabalho resultante, Criação de coleções, inventários e “tatogartas”, foi selecionado como um dos melhores na área de Lingüística, Letras e Artes na XIV Semana de Iniciação Científica da UFMG.

Foi monitor da disciplina Técnicas e Materiais Pictóricos em 2003.

Ver também: Currículo Lattes.

Mostras etc.

Não sou muito afeito a exposições e, para piorar, geralmente não sou aprovado em salões. :)

comentários

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De wanderley g. freitas, internet, em 22/03/2010

Amigo estou tentando configurar WIKINDX mais dar varios erros. Voce tem rotina para envia-me e tradução para portugues.


Abraços

Wanderley G. Freitas - mestrando em transporte - UNB/2010

De helio figueiredo, boituva sp, em 29/09/2009

Parabens pela citação da fonte onde tirou as informações sobre
têmpera. Hoje em dia isto é muito raro.



gostei de ocê uai

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